Chovia devagarzinho, e naqueles olhares profundos os corações se confortavam. Nos abraços intensos e nas risadas longas ficavam cada vez mais marcados. As árvores moviam as folhas ao som do vento fraco e a noite foi embalando conversas e programas de tv. Por entre as árvores do parque andava o vento, e sorria quando sentia os choviscos.
A madrugada chegou, e eles enrolados/abraçados/entrelaçados - corpos, almas, corações e tudo - adormeciam aos poucos. Boa noite, ele disse baixinho. Boa noite, respondeu ela com a voz quase sumindo.
O sol manso iluminou as cortinas do quarto e eles despertaram , tomaram aquele café reforçado e voltaram para cama e la ficaram, depois do almoço assistiram a um filme no cinema. Deram uma volta rápida passando pela loja de música, pela livraria, pelas docerias, pelas cafeterias, pelas crianças e pelas pessoas. Pegaram o ônibus e lá se foram eles... De volta a tudo. Era o fim e ao mesmo tempo o começo. O fim da viagem, mas Talvez o começo de duas vidas que poderiam ter ser juntado em uma , mas infelismente tiveram um elemento supresa em seus caminhos, e esse elementou conseguiu o separar dela .
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